Austin Reaves está oficialmente garantido no time do Los Angeles Lakers por mais quatro temporadas na NBA. Ele acaba de assinar uma extensão de contrato de impressionantes US$ 185 milhões e, com isso, a pressão que Luka Doncic tem feito para que a equipe contrate um pivô de alto nível só aumenta.
Nas últimas entrevistas, Luka deixou claro que acredita que a contratação de um pivô de destaque é fundamental para que o Lakers se torne um verdadeiro candidato ao título na próxima temporada. E Reaves, agora com seu novo contrato, está na mesma sintonia. Ele comentou: “Sinto que, comigo e Luka, temos uma ótima base inicial. Quando conseguirmos montar um elenco que realmente possa competir, acredito que vencer um campeonato solidificará tudo o que quero e tudo o que o Lakers deseja.”
Para se ter uma ideia do quanto essa dupla pode ser impactante, na temporada passada, Luka e Reaves juntos conseguiram uma média de quase 60 pontos por jogo. Isso representa praticamente metade do total de pontos que o Lakers marcou durante os 82 jogos da temporada. No entanto, só ter um bom ataque não é suficiente para conquistar títulos. Por isso, quando falamos sobre construir um time competitivo, a necessidade urgente de trazer um pivô de qualidade se torna ainda mais evidente.
Apesar dessa urgência, Rob Pelinka, o gerente geral dos Lakers, pode acabar desapontando Doncic nesta offseason. O esloveno havia expressado seu desejo de manter Reaves na equipe, o que fez com que a diretoria priorizasse essa renovação. Contudo, com a evolução de Austin na última temporada, outros times, como o Detroit Pistons, Brooklyn Nets e Utah Jazz, começaram a mostrar interesse e estavam dispostos a oferecer contratos máximos.
Pelinka tinha a intenção de oferecer um salário em torno de US$ 30 milhões por ano para Reaves, mas com rumores de propostas mais altas surgindo, ele teve que abrir mais o cofre. Essa decisão impacta diretamente na capacidade do front office de montar um elenco focado em Doncic, já que a flexibilidade financeira foi reduzida. Isso significa que nomes como Walker Kessler, Tari Eason e Peyton Watson, que poderiam fortalecer a equipe, agora se tornam mais difíceis de serem contratados.
E assim, o futuro do Lakers se desenha em meio a desafios e expectativas, com a torcida na expectativa de como serão essas movimentações no mercado.